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quinta-feira, 1 de abril de 2010

CRIAtividade

Escrevi este texto pro pessoal da agência que trabalho e resolvi colocar aqui, mesmo com o blog bem parado, mas pelo menos posso dividir com mais pessoas minha opinião quanto à inovação e tendências

Tenho visto as coisas muito assim:

Surge uma novidade, geralmente na gringa, depois a gente vê pelo twitter, se espanta, fica feliz, se empolga... mostra pra todo mundo e depois quer implantar.

Mas a gente precisa tomar MUITO cuidado, pra não cair no lugar comum, querer usar uma novidade e não entender a essência dela.

O ponto está em entender porque aquilo faz sucesso, realmente entender a essência da composição daquela novidade e se quiser reproduzir, usar o mesmo raciocínio e não o mesmo formato.

Falo isso pensando em ações de guerrilha ou com uso de tecnologia.

Tenho consciência que para a gente, que cria, lê e está sempre antenado, isso não é novidade e que, muitas vezes para nosso cliente, que é mais quadrado e menos antenado nesta parte que a agência é responsável, isso acaba sendo novidade, mas precisamos ficar atentos para ter a sensibilidade de saber, se para o público isso será visto como novidade.

Estas ações tem o objetivo “secundário” de agregar valor para a marca/produto e geralmente esses valores estão associados a criatividade que vem junto com o fato de ser inusitado.

Eu venho vendo alguns flashmobs que estão banalizando a idéia e fazendo muita gente criar um certo “bode” disso.

Na minha opinião, precisa fazer este exercício que eu citei acima e repito:

- Aprender com o que é novo.
- Captar a essência da novidade.
- Entender o raciocínio criativo (fazer o caminho reverso para entendê-lo)
- Verificar se aquilo agrega para a marca e produto (usando o consumidor e seu repertório como parâmetro)

Bom, achei importante salientar isso.

Tem um exemplo aqui de coisas que no twitter eu diria #fail, ou seja... como diz uma amiga “ERRO”, simplificando: quiseram ser diferentes e fracassaram.

O pior na minha opinião é o da Havaianas:



E confesso que
essa notícia que vi anunciando que iria rolar um flashmob, tb me fez sentir isso:

Num breve exercício, pensando no objetivos dos flashmobs, eu encaro que a idéia não é impactar ali na hora, mas sim impactar as pessoas que vem depois, pela internet, já que na hora, aquilo tem visibilidade baixa, são poucas pessoas que acabam tendo contato, portanto apesar de gerar um boca a boca, ele é menor que a capacidade de visibilidade e viralização que rola na internet, até porque na internet as pessoas têm mais ferramentas para viralizar.

Mas se o flashmob fica forçado, aí a coisa fica feia pra quem criou. Neste último vídeo é possível ver a reação das pessoas, através dos comentários negativos. Na hora, pode ter sido legal pra quem viu, mas lembrando do raciocínio, o objetivo não é esse né?!

Espero que entendam meu raciocínio e ponto de vista.

@3ernardo

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Pouco gasto + boa idéia + baixo custo = Realidade da Propaganda Atual

Acho que quem me acompanha por aqui, sabe o que eu penso sobre a verba de propaganda e como ela pode ser destinada, de forma criativa, com baixo custo para fazer as coisas acontecerem, basta que apareçam as idéias certas.

Agora escrevendo mais sobre olhar de planejamento, já que migrei do mkt pra essa área, agora em agência, vejo diariamente isso acontecer.

Como estou trabahando em agência de promoção e eventos, tenho a oportunidade de colocar em prática aquilo que penso que pode gerar resultado sem cair nas chamadas mídias convencionais.

A situação vem mudando e tanto anunciantes como empresas pedem essas mudanças.

É preciso às vezes, interpretar as deixas do cliente, aí é que o atendimento precisa ter aquele feeling.

Frases comuns que os clientes usam, podem ser traduzidas como:

"Divulgação diferente." - Guerrilha

"Precisamos inovar." - Novas mídias

"As pessoas precisam saber." - Promoção

"Tem que atingir o maior número de pessoas." - Viral

Planners e Criativos, tentem ser um pouco atendimento e tentem traduzir isto que o atendimento passa para você, de repente pode se ir além do comum, e complementar essa palavra com mais algumas letras que fazem a diferença.

Vá além do COMUM, COMUnique!

Vai aí uma ação da MPM para a Rádio SulAmérica Trânsito, que talvez não tenha sido realizada com toda a potencialidade que ela apresentava, mas que tem uma idéia muito boa e barata e que reflete a situação atual da Propaganda.





"Bernardo Tavares"
Quase Planner

domingo, 31 de agosto de 2008

DPZ 40 anos!

A DPZ completou 40 anos de história. E pra completa esse momento marcante para a agência, seu profisisonais de criação bolaram um jeito diferente de mostrar a história da agência para seus clientes. Um vídeo espetacular, simples, objetivo e muito criativo.

Abaixo o vídeo elaborado pelos 40 anos da DPZ!




PARABENS DPZ!

Um abraço

AndrÉPortugA